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  • Até hoje não achei a diferença

    Eu juro gente, que eu tentei de todas as formas possíveis, mas até hoje ainda não achei a diferença.

    Vocês poderiam me ajudar nisso?

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  • A irritação de quem perdeu seu emprego pela tecnologia. Ao vivo e em cores

    Há algum tempo o André publicou um texto mostrando como que os trabalhadores que perdem seus empregos por conta dos avanços tecnológicos ficavam completa e totalmente irritados. Só que eu nunca tinha visto um desses trabalhadores irritados por conta disso.

    Até o momento. Olha só o comentário abaixo, pego num vídeo do YouTube.

    Do que se trata o mimimi acima? Como você já deve imaginar, é um comentário escrito por uma pessoa extremamente irada. Sabe-se lá se porque perdeu seu emprego ou porque teve de fechar o seu negócio por conta dos avanços da tecnologia.

    E no caso, é um palhaço idiota cretino defendendo e falando em prol das videolocadoras, que vem sendo exterminadas por conta da malvadíssima NetFlix, da malvadíssima Internet e relembrando os velhos tempos.

    Aliás, uma coisa que eu percebi. Além da irritação, ultimamente também tem aflorado uma espécie de nostalgismo. E no caso das videolocadoras, o nostalgismo é ao falar como as novas gerações jamais vão ter ideia de como as locadoras eram um paraíso na Terra, da experiência mágica que era ir num desses estabelecimentos, falando de como era delicioso ficar horas por lá procurando por algum filme interessante e diferente e do “calor humano” que existia nesses ambientes. Além de, claro, mostrar como antigamente as coisas eram muito melhores.

    Pena que, no caso, não passe de um nostalgismo babaca, cretino e idiota. Realmente, era uma experiência mágica você sair da sua casa para ir num desses estabelecimentos, não raro longe pacaraio, perder horas procurando por aquele filme que você tanto quer para depois perguntar para a atendente e ela responder que não tinha, ou que tinha mas já estava alugado. Isso sem falar do preço, pois com o que se gastava alugando dois ou três filmes nesses estabelecimentos, atualmente se paga ao menos um desses serviços de streaming e se tem uma variedade muito maior de séries e filmes. Além disso, no caso de VHS, caso a fita não fosse rebobinada até o início, pagava-se uma multa e, tanto para VHS ou DVD, antes do começo do filme tinha looooooooooooongos minutos de mensagens contra a pirataria. Realmente, era uma experiência mágica e era muito melhor. Como foi dito num outro comentário, a gente era idiota e não sabia. Não é a toa que sumiram.

    Mesmo com tudo isso que eu disse no parágrafo anterior, o pessoal ainda fica com dó das videolocadoras, assim como também fica com dó dos caminhoneiros que poderão perder seus empregos por conta dos veículos autônomos, mas isso é um outro papo que pode virar um outro texto. Além de condenar esse pessoal acomodado, condenar a Internet, condenar a NetFlix e condenar todo tipo de avanço tecnológico com discursos que fariam o Aldo Rebelo parecer um sujeito antenado e altamente tecnológico. Só queria saber se esse pessoal que condena a tecnologia vai a uma agência bancária toda vez que precisa pagar uma conta, ver saldo, ver extrato ou fazer depósito.

    Uma pena que todo esse apoio fique só na Internet, já que se todo esse apoio fosse para o mundo real, esses estabelecimentos não fechariam, não é mesmo? Como sempre, mais um exemplo de negócios e empregos que pereceram ante os avanços tecnológicos. Como já aconteceu anteriormente e como ainda vai acontecer. E o mundo não acabou por causa disso. E podem continuar na Internet demonstrando essa compaixão falsa e idiota de quem vai perder seus empregos ou encerrar seus negócios.

    E para terminar, quem vive de passado é museu e quem anda para trás é caranguejo.

    E é isso. Acabou o texto. Agora com licença que eu vou assistir a uma série na NetFlix.

  • Para quem acha que jornais não servem mais para nada

    Este é um texto para quem, de maneira desdenhosa e até mesmo um tanto preconceituosa, diz que jornais (jornais mesmo, em papel) não servem mais para nada.

    Aqui uma mostra de como isso é uma completa mentira.

    Pelo menos dá para fazer isso com jornais. Pois com as redes sociais, nem isso dá para fazer.

  • Feliz dia do saci. Para você que lembra só hoje que existe folclore brasileiro

    .

    Preciso controlar o tamanho dos títulos dos textos daqui. Estão a cada dia maiores os títulos.

    Vou confessar para vocês. Ultimamente eu ando meio desligado. Deve ser por conta das férias. Ando tão desligado que se eu não fizesse uma atividade extremamente arcaica e que remonta aos nossos ancestrais neandertais do século XX que é ligar uma televisão e assistir ao que se passa nela, passaria batido que hoje é dia 31 de outubro, dia das bruxas, dia do Halloween e…

    Ops. Perdão. Esqueci que aqui é o Shithole Evanjegue Bolsonaristão Brasil, porra!!! Aqui não tem essa de comemorar o dia das bruxas e dia do Halloween, mas sim o dia do Saci. Vamos ser patriotas, caralho.

    Isso, hoje é dia do Saci. Hoje, graças a uma brilhante ideia do comunista Aldo Rebelo, como várias brilhantes ideias dele, que serão mostradas mais adiantes, hoje comemoramos, como uma resposta extremamente infantil ao Halloween e a imposição e dominação cultural do malvado e maligno império estadunidense, o dia do Saci.

    E graças a essa brilhante ideia do Aldo Rebelo, o dia 31 de outubro tornou-se um dia especial. Um dia que, juntamente com o dia sete de setembro, faz aflorar um grande mostra de patriotismo. Uma grande mostra de um patriotismo idiota, ridículo, imbecil, infantil e estúpido; e que faz com que a pessoa só se lembre neste dia que existe folclore nacional.

    Primeiramente que Halloween não tem nada de americano, nem surgiu nos EUA. Halloween, que vem de All Hallows’ Eve e significa “véspera do dia de todos os Santos” (e por causa disso, também não é uma festa satânica, como os membros do mais do que finado MV-Brasil acham que é) tem como origem as tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcas das diferenças em relação às atuais abóboras ou da muita famosa frase “doces ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o Halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente “fim do verão”). Assim como a Priss, também peguei esse texto da wikipedia. E assim como a Priss, deixo o mesmo recado: Se quiser fazer uma pesquisa mais aprofundada e elaborada, existe uma ferramenta chamada Google.

    E além do mais, sejamos sinceros senhores (aliteração não intencional), o folclore brasileiro é muito chato. Muito chato e desinteressante. Vamos falar a verdade, o que é mais legal e interessante? Boitatá, curupira, caipora, iara e saci ou bruxas, bruxos, múmias, fantasmas, zumbis e vampiros (apesar da grande boiolização que a criatura vem sofrendo atualmente)? A única criatura legal do folclore brasileiro é o Lobisomem (que também vem sofrendo com o processo de boiolização, com o atual representante sendo um cara completamente depilado).

    Mas tudo bem. Se você quiser comemorar o dia do Saci, é um direito seu. Continue comemorando o dia do Saci. Continue comemorando esse dia criado pelo mesmo grande gênio político que quis abolir todo tipo de estrangeirismo da língua portuguesa (e outro deputado comunista, lá no Rio Grande do Sul, quis fazer o mesmo), que também quis proibir inovações tecnológicas e que, apesar de ter sido ministro de Ciência e Tecnologia, negava o aquecimento global.

    E para terminar, para o pessoal que só se lembra hoje que existe folclore brasileiro, o que vocês costumam fazer no dia 22 de agosto? O que tem de especial nesse dia? Nada demais, apenas que 22 de agosto foi decretado como dia do folclore brasileiro. E isso aconteceu em 1965.

  • Não sei porque, mas isto me veio a cabeça

    Realmente, não sei porque, mas me veio à cabeça isto.

  • Por favor, nos dê um exemplo de vídeo que envelheceu muito mal

    Claro, é pra já.

  • Nióbio, o elemento mais raro do mundo. Segundo aqueles que ensinam tudo mas deveriam aprender antes.

    Nossa!! Que título longo. Bom, mas agora já foi. Foda-se.

    Bom, o que me motivou foi um texto que eu achei por aí falando daquela frescurada do nióbio. O tal texto vinha com o seguinte título.

    Como é possível imaginar, trata-se de mais um niobiruta ignorante, burro, pateta, estúpido, imbecil, pacóvio, beócio, néscio, babaca, sambanga, retardado, tolo, lorpa, cretino, pascácio, iletrado, bocó, tanso, apedeuta, parvo, moloide, mocorongo, songamonga, asinino, paspalho, estulto, obtuso, atoleimado, palerma, leso, débil e completa e totalmente idiota espalhando vídeos e textos com altíssimograu de confiabilidade e nem um pouquinho mentirosos sobre as incríveis propriedades do nióbio, mineral esse que é um presente dos deuses (eita. GLOBOLIXO!!!!) e que tem as mesmas incríveis propriedades do grafeno, a grande maravilha tecnológica que é capaz de tudo, exceto de sair do laboratório e que segundo um canal aí que ensina de tudo mas que antes deveria aprender, é um mineral.

    Se o saudoso Stan Lee tivesse ouvido os habitantes daqui, não precisaria ter criado o adamantium, nem o vibranium. Bastaria ter feito o esqueleto do Wolverine, o escudo do Capitão América e o Mjolnir do Thor de nióbio e Wakanda seria o Brasil.

    Mas voltando ao nióbio, o que tem de errado com esse título? Nada de mais, apenas que eu fui mostrar esse texto para o astato e ele rolou no chão de tanto rir. Não só ele, também mostrei para o frâncio e ele teve a mesma reação. Claro que para ambos eu mostrei o artigo bem de longe.

  • A pergunta que não quer calar.

    Até mesmo porque, perguntar não ofende, não é mesmo? E não, não é essa a pergunta que não quer calar.

    A pergunta que não quer calar é esta aqui. Será que os ateus estão trabalhando neste dia 12 de outubro, que é um feriado religioso? Não só um feriado religioso, como um feriado estritamente católico, e sendo assim, será que também tem algum evanjegue evangélico trabalhando neste feriado religioso e católico?

    Como eu não sou nem uma coisa, nem outra, neste exato momento estou descansando do trabalho. Só é contra feriados vagabundo que não faz porra nenhuma na vida que não seja peidar ou fazer peso na Terra.

  • Tiktokeira argentina, assim como youtubeiros brasileiros, não quer saber de trabalhar

    Antes de mais nada, meu Deus, que título gigantesco que ficou neste texto. Mas agora já foi. Foda-se.

    Internet e a realidade são de fato… como direi… intrigantes. Quando você pensa que já viu de tudo o que é mais bizarro, ambas te surpreendem e te mostram que, assim como a zoeira, a bizarrice never ends. Como nesta notícia, em que uma tiktokeira argentina, se debulhando em lágrimas, pede para que o gado seguidor dela a sustente, pois ela não quer saber nem um pouquinho de fazer essa coisa arcaica e medieval que remonta aos nossos antepassados Neandertais e de Cro-Magnon que é trabalhar de segunda a sexta, das 8:00 as 17:00, enfurnada num cubículo que parece que se chama escritório.

    Primeiramente, antes de mais nada, jovem é o caralho. Trata-se de marmanjona que já tem 33 anos (será que estão considerando que adolescência vai até os 24 anos?) e que já tinha que ter vergonha na cara e arranjado um emprego. Parece até um vizinho meu que só foi conseguir o primeiro emprego dele com mais de 30 anos. E não, ele não era influencer, era vagabundo mesmo (tem diferença?). Segundo, que mina feia, hein? Parece uma cracuda (existe o feminino de “zé droguinha”?). E terceiro, o que eu pensei aqui foi no quanto os argentinos são paga pau dos brasileiros. Como que argentinos têm inveja de brasileiros e gostam de imitar brasileiros em tudo. E neste caso, a tiktokeira argentina quis imitar os vagabundos dos youtubeiros brasileiros.

    Por óbvio, né? Quem mais faz uma coisa dessas, de querer que os outros os sustente pois eles mesmos não gostam e não querem saber de trabalhar, são os youtubeiros brasileiros, com os seus pedidos de doação, pedidos de Pix, Patreon, Apoia.se, Padrim e outras formas de pedir dinheiro que nada mais são do que pura mendigagem virtual. E quando não ganham dinheiro e percebem que vão ter mesmo que trabalhar, aí surtam, têm crise de identidade, entram em depressão e outras frescuras tão típicas da geração Ydiota. Depressão e crise de identidade são coisas muitíssimo sérias para servirem para mascarar frescura pura e simples.

    A reação dos argentinos com esse chororô da tiktokeira variou entre o paternalismo, entendendo o lado da tiktokeira e o racional, mandando tal tiktokeira catar coquinho, criar vergonha na cara e ir buscar emprego. Mais uma vez argentinos pagando pau e imitando brasileiros, com essa de querer ser gado de celebridades internéticas de quinta. E com isso, me lembrei desta notícia antiga de 2019 (para a geração peixinho dourado apreciadora de vídeos curtos, 3 anos é outra época) mostrando um casal alemão que queria viajar para a África e queria que os outros os sustentasse.

    Mas, ao contrário dos sudacas, a reação dos germanos foi a mais racional possível e a mais esperada possível do povo germânico. Os alemães mandaram o tal casal a merda e pediram para eles criarem vergonha na cara e buscar um emprego.

    E para quem acha que TikTok é só gente fazendo contorcionismos nojentos ou então gestos corporais igualmente nojentos e classificando essas duas coisas grotescas como a sexta arte, fique com essa playlist de músicas clássicas que são usadas por lá e que eu me pego, as vezes, ouvindo essas músicas. No meio do lixo, eis que a gente acha alguns luxos.

  • A notícia de Schrödinger: Boa e ruim ao mesmo tempo

    No dia 7 de outubro foi celebrado o dia nacional do compositor. Eu soube disso por meio desta notícia, em que dizia que não só anteontem foi tal dia, como, nos últimos 5 anos, aumentou em 55% a quantidade de músicos cadastrados em alguma associação musical, que eu achei que era uma única e não sete como mostra o texto.

    Notícia boa? Notícia ruim? Por um lado trata-se de uma notícia boa, afinal vai ter muita gente boa produzindo muita coisa boa tendo os seus direitos assegurados e ganhando por aquilo que produzem. Sim, atualmente ainda gente produzindo músicas boas, mas que não conseguem seu lugar ao sol pois a indústria “cultural” brasileira não se interessa por eles. Parem de achar que atualmente não se produz mais nada que preste, bem como era só antigamente que se fazia músicas boas. Nada de tiozãozice aqui.

    Mas por outro lado, e rapidamente entrando em contradição com o que eu disse no fim do parágrafo anterior, o pessoal produzindo coisa boa, infelizmente, é a minoria. A grande maioria do pessoal que se cadastrou são músicos de merda que cadastraram suas músicas, que são verdadeiras merdas. E a contar pela quantidade de canções cadastradas por mês, que são de 100 mil obras, haja porcaria sendo feita. Efeito da ascensão e popularização dos youtubeiros e, agora, dos tiktokeiros.

    E mais um lado ruim vindo dessa notícia. Já que se falou dois parágrafos acima que esses músicos vão ter seus direitos assegurados e vão ganhar por suas músicas, já que tem a propriedade delas, a “notícia ruim” é para os anarcocapitalistas retardados mongoloides chupadores de rola do mongoloide débil mental do Daniel Fraga, bem como para os idiotas mongoloides que são gado daquele sitezinho asqueroso chamado instituto mimimises que acham que propriedade intelectual não existe e que criações do intelecto humano deveriam ser livres. E que o pessoal passe a fazer fotossíntese para sobreviver.

    Só vagabundos que nunca trabalharam na vida que acham que propriedade intelectual não existe e que toda criação intelectual deveria ser livre. Só vagabundos como esses, que nunca fizeram uma música mais complexa que dó-ré-mi-fá, nunca tiraram fotos mais complexas que as que eles tiram com seus celulares e nunca fizeram um programa de computador mais complexo do que o script que calcula fatorial.